Olá, meus queridos leitores!
Estou de volta por aqui depois de uns dias de ausência. Infelizmente, por conta de algumas questões familiares, não consegui estar presente na nossa última segunda-feira de aula. Fiquei bem triste com o desfalque, confesso, mas precisei desse tempinho para organizar a mente, alinhar as ideias e recuperar o fôlego para voltar ao ritmo. Afinal, ninguém disse que seria fácil, não é mesmo?
No meio desse turbilhão, uma grande amiga me indicou uma música que me tocou profundamente e que resume bem o momento: “Eu te desejo não parar tão cedo, pois toda idade tem prazer e medo...”. E a vida é exatamente isso: uma coreografia entre prazeres, medos e percalços. O importante, como diz a letra, é aprender a ser tolerante e, acima de tudo, “que sempre ainda exista amor para recomeçar”. Que a gente nunca perca os nossos motivos para dar o próximo passo.
E o meu recomeço de semana não poderia ter sido mais especial. Na disciplina de estágio, tivemos a honra de receber uma grande amiga de anos: a professora e doutoranda Carla Juliana. Ela preparou para a turma uma oficina incrível, promovendo uma verdadeira imersão nos laboratórios virtuais e nos jogos digitais voltados para o Ensino de Química, um tema que dialoga perfeitamente com o ritmo de encerramento da nossa disciplina.
O que me deixou mais orgulhoso nessa experiência não foi apenas o uso das ferramentas digitais em si, mas a postura dos estudantes. Pude observar de perto como eles já desenvolveram um olhar muito mais crítico, profundo e maduro dentro daquilo que viemos discutindo ao longo de todo o semestre.
A dinâmica funcionou em formato de estações de aprendizagem. À medida que os alunos passavam por cada uma delas testando os laboratórios virtuais, as discussões fervilhavam. Limites e Possibilidades: Eles não aceitaram a tecnologia de forma instrumental ou passiva. Debateram o que a ferramenta entrega e onde ela falha. Prática Contextualizada: Conseguiram enxergar claramente como aplicariam (ou por que não aplicariam) aqueles recursos dentro da realidade real de uma sala de aula de Química.
A tecnologia pela tecnologia não transforma a educação; é a intencionalidade pedagógica e o potencial de interatividade que fazem a diferença. E ver essa virada de chave na pele, através da mediação da Carla, foi fantástico. Para coroar a tarde, a aula imersiva foi rodeada de lanches, conversas descontraídas, muitas risadas e uma troca de energia maravilhosa. Foi aquele tipo de momento em que a interatividade digital se fundiu perfeitamente com a interação humana e o afeto. Um momento verdadeiramente incrível e revigorante.
As baterias foram recarregadas, os laços fortalecidos e a certeza de que a docência se faz no compartilhamento continua firme. E você, como lida com os momentos em que precisa parar para recomeçar? Já utilizou laboratórios virtuais ou jogos no seu contexto de ensino ou aprendizagem? Vamos conversar nos comentários!




Brigadeiros... tô querendo...
ResponderExcluirPode deixar que eu levo kkkk
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